sexta-feira, 25 de maio de 2012

Desatando os nós de uma falácia masturbatória em Simões (PI)


A imagem acima é tão somente mais um ícone representativo a tudo aquilo que o povo de Simões (PI) teve que conviver,nesses últimos 4 anos, conduzidos pelo descaso, ineficiência e insensatez com que a gestão da coisa pública fora conduzida nesse quadriênio.
Observem os senhores que a imagem traz a marca de um portal de comunicação, com sede em Teresina (PI), coincidentemente receptor de verbas públicas para panfletar informes, como o da foto em questão, a despeito das ações de governo.

Atentem os internautas que esse mesmo senhor, de óculos escuros, camisa pólo, que dialoga com esse cidadão com boné alusivo a campanha política de Araripina, eleitor do 14 - vale salientar que eleitores como esses são fabricados aos montes pelo grupo político do gestor, no distrito que paradoxalmente carrega o apetrecho, para fins de formar curral eleitoral - trata-se do insistente, resistente pré-candidato a prefeito, Sr. Edilberto Abdias.
Observem os senhores que no trato com o reboco do grupo escolar, o prefeito autista almeja encontrar algo. Sim, pois há cerca de 6 meses de um processo eleitoral que se apresenta para julgar seu mandato, nada foi feito e diante dos fatos, é preciso induzir uma agenda positiva.
No sítio eletrônico que lhe comercializa o espaço,o mecenas 180 graus, ao que nos parece, o combinado não responde ao conjunto do desespero do prefeito, conforme documenta a página eletrônica  prefeito-edilberto-abdias-autoriza-reforma-527675, pois fala-se de uma reforma escolar sem que sequer se apresente o que fora reformado, tão pouco o custo da obra, algo que se tivesse sido investido nos heróicos meninos do futsal do Raul Sérgio, na certa o retorno seria maior.
Apenas pra ratificar o desconforto, nenhum comentário, elogio ou crítica, sequer foi mencionado na página do 180 graus que aludisse a matéria.
Como se não bastasse, e no afã de criar factóides, o eminente representante do 40 acaba de celebrar mais uma parceria abissal com o desprestigiado portal, confeccionando uma pesquisa eleitoral com erros grosseiros na formatação da amostra, definição do método de abordagem, a ponto de qualquer estudante de estatística, sociólogo ou recenseador do IBGE, mostrar-se indignado com a sandice, verdadeira falácia masturbatória, na perspectiva de produzir fatos que induzam a formação da opinião pública em Simões.
Apenas para ilustrar, uma vez que a grosseria é tanta, apresentarei aqui alguns registros, pasmem, documentados, registrados no TRE -PI para tornar evidente o que se passa apenas na cabeça dos comissionados, cumpadres e irmãos que garbosamente acreditam em mula sem cabeça, saci pererê e papai noel.
Senhores, tenham santa paciência, quando se soma os 95 % do nível de confiança com os 5,6 % da margem de erro, o quociente eleitoral extrapola os 100%. Não bate né senhor prefeito, é chamar Jesus de Genézio.


Prefeito, outra coisa, indagados os experts em pesquisa eleitoral da MCI - Marketing e Comunicaçao Institucional, da equipe do mago das pesquisas Antônio Lavareda, bem como o pessoal do Datamétrica, do ilustre economista Alexandre Rands, irmão do deputado Mauricio Rands foram taxativos : não há técnica de desvio padráo que permita consolidar um tamanho de amostra de 300 pessoas para um município com a densidade demográfica de Simões - TÃO POUCO, SENHOR PREFEITO, EXISTE NO MUNDO INSTRUMENTO CIENTÍFICO PARA MENSURAR PESQUISA QUANTITATIVA PARA VEREADOR.
Diante do exposto, ilustre gestor, recomenda-se cuidado, somente isso, pois a legislação eleitoral é altiva, trata-se de estelionato eleitoral.
 Para o povo de Simões, não, mais uma falácia masturbatória, como aquela da subida ao alto dos desequilibrados irmãos divulgando a retirada da pré-candidatura de Valdeir, do 12.
Prefeito, quem tem um sonho não cansa.




domingo, 13 de maio de 2012

Enfim, destravado




Daquela noite de sexta, 11 de maio, até o presente momento desse simbólico domingo, nada fluía.
Na verdade, o tempo é antes. Do resultado do exame a ratificação na ressonância, jazia a lealdade com o mundo. Uma vida marcada pelo ritmo de escolhas diversas, passava a ser cúmplice de três sugestivas alternativas.Duas destinavam seu rumo ao medo, a ansiedade e às graças de Deus.
A outra na espera da recompensa da fé ou a um resquício de razão.
Desde então, a janela do quarto, em bagunça, ao alcance do sol, no respingar de uma chuva, tudo ia ao encontro de uma reação animosa. A palavra depressão não encontra achado em seu mundo.
Contavam-se os dias. Fugia-se dos dias. Lampejos de alegria ao anúncio de que se adia a data da resposta já pronta.
Ao anoitecer, dormia-se com o coração em sua mão direita, como se fosse sagaz aquele gesto protetivo. A qualquer estalido, um acorde e a combalida noite sofria em seu papel de testemunha.
Comer era um suplício, pois passava a ideia de ingesta de mais placas de ateromas calcificando as artérias, já tão invadidas por uma existência insólita.
 O trabalho, um teatro, uma estância de nervos enquanto fuga atroz para o que vinha em destino.
Da quinta pra sexta, o filme que passava pedia ritmos de passagem. Na chegada ao hospital, investe-se na enfadonha esfera burocrática de documentos a serem assinados, para em seguida ser direcionado para o "preparo".
A partir daí, a cabeça gira, o pulso acelera, o coração em descaminho, não havendo nada mais a fazer que esperar o resultado. No alcance das preces, eis que o de melhor estava por vir. Venceu o improvável, perdeu a estatística, e o que até então perdera o gosto, o tato, e turvo parecia, recupera-se no tempo e é promessa de vida naquele coração, travado.
O domingo, antes tão bem vivenciado, só se abre na tarde e tanto importa quem vença, Santa ou Sport, já lhe conforta o amor, a ausência de ardor, a inércia de dor e a sensação de poesia naquela vida arredia, não mais desconexa e com pressa de amar.



sábado, 12 de maio de 2012

E agora Prefeito ? Simões (PI) merece respeito !


 
O leitor haverá de perguntar o que tem a ver a foto do ilustre Sr. João Lyra Neto (PDT), vice-governador de Pernambuco, ao lado de sua filha, a Deputada Estadual Raquel Lyra (PSB), dando vestes representativas ao que por aqui debateremos. Vamos aos fatos:
Não é de hoje que o ignóbil prefeito de Simões (PI), Edilberto Abdias, ora clama, ora cala, sempre numa linha despótica de candidato à reeleição naquela árida região.
Vista a matéria no colendo Diário de Pernambuco, registrada no domicílio eletrônico http://www.diariodepernambuco.com.br/2012/05/08/politica2_0.asp  tratamos de evidenciar, à luz do mais insidioso cego, entendendo que se encerra a discussão sobre as condições jurídicas do pretenso candidato em disputar o pleito em outubro desse ano, garantindo, inclusive, extensão para a parentada- leia-se, sua cunhada, a Ilustre Dra. Rosário - em que pese a desprovida iniciativa de provisão de simulacros, -  calando a inteligência da sociedade simoense, do ministério público e do egrégio Tribunal Regional do Piauí.
 Sucessão ou substituição tanto faz, 6 meses antes, é condição de inelegibilidade e ponto final.
Prefeito, Simões merece respeito. Prefeito, o povo de Simões não está disposto a ser tratado como os habitantes de Eutrópia - aquela cidade invisível criada por Ìtalo Calvino - onde os habitantes constrangidos pela mesmice, pela estagnação do estamento público, sentem o aperto da exaustão e não conseguem mais manter emprego, os parentes, a casa e a vida e mudam-se para a cidade vizinha,  migrando na busca de uma Califórnia.
Simões, hoje, é berço de Rosângela, cidadã multifacetada, trazendo a ética no peito ;Simões é giz de Glória;Simões traz o decoro, o zelo e o selo de Rúbia; Simões de Adão, são vozes que não calam por tom de ameaça; Simões tem vestes no mundo globalizado, e sua fala não cansa, alcança, quando não tem medo de largar a procura do novo; Simões, compartilha, cutuca, e  sem que se esqueça das boas, tem lembranças das coisas ruins.
Resumindo, do princípio ao fim, esquecer, apagar, desistir e substituir são essas as palavras de ordem para um povo que merece, num Estado que acontece na história.

Não são só Quiosques, são vidas que ferem - Simões (PI)




O que você vê logo acima na foto ilustrativa do tema, aos olhos da mais inocente pessoa pode parecer tudo, menos o que almeja a intenção republicana.
Banheiros públicos ? Não, Simões ainda não adquiriu a condição de métropole. Um Pula-Pula ? Não os artefatos são de plástico e removíveis. Vamos aos fatos, a "convite da administração pública do município"eivados de interesse privado, sentimentos de vindita contra os comerciantes Demi e Edilson, o solene gestor achou de compor, na calada da noite, um ato administrativo onde foram gastos cerca de R$ 96.141,83, conforme publicado nos balancetes públicos, inclusive, antecipando o pagamento e emissão do empenho, rasgando a pauta da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Uma aula de excrescência pública, de fazer inveja a Carlos Cachoeira e Marcos Valério.
Nesse mesmo periódico, no endereço eletrônico http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1757568854872079207#editor/target=post;postID=3939332284209246116 alertávamos sobre a indecente inciativa que pegava gosto de solapar um patrimônio imaterial do povo de Simões (PI), o Abrigo.
Com o beneplácito dos contemplados com a sorte, o então Prefeito tratou de permitir a execução da obra sem a devida observância dos rigores da lei para com as questões de insalubridade, tendo que arcar com uma vida de um idoso, ceifada pelo mister do descalabro público.
São vidas que ferem, não obstante o mal gosto, descaso e impropriedade da ação pública - um disparate para com os cofres públicos, já tachados como "Monumentos dos Cumpadres".
Há quem diga que, num desses tropicais finais de semana na bela Petrolina, o prefeito se espantara com a "beleza do Monumento da Besteira", um contra-cartão postal na Terra dos Coelhos, para tratar de encaminhar a missiva do ato.
Sabedores das idas e vindas do gestor a planejada Teresina, o medo que faz é do soberbo representante do poder executivo achar de transformar a barragem da cidade numa "Potycabana", homenageando o saudoso Alberto Silva. Vale a pena conferir, fiscalizar na verdade.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Simões (PI) de Glória e Francisco : Quem tem um sonho não cansa


Das missões que me são dadas, nada me satisfaz mais que o ato de servir, sobretudo quando passo a testemunhar o avanço da volição humana.
Tive o beneplácito de receber em meu rancho a pessoa do empreendedor Francisco Filho, um homem que fala pela força de sua história.
 Uma baraúna do sertão, não tenham dúvidas, deixará rastros e marcas com raízes profundas nesse sertão afora, movido pelo sentimento de ser feliz, oportunizado nas vestes do empreendedorismo que tão bem se confunde com o seu espírito cristão, ousado e criativo.
Cancun, no México, na verdade, representará apenas o selo do início, caberá a quem com ele se envolver, compartilhar a colheita desses passos inescrutáveis.
Em qualquer cidade do mundo, uma audiência pública, um ato solene, um gesto público por certo viria a saudar um filho da terra que através da força de sua labuta, venceu.

Imagem da internet


Nessa mesma linha do tempo, no mesmo contexto sócio-espacial, amparado pelas intrépidas matérias do http://www.simoesnanet.com.br/ com Hugo Jr e seu olho clínico, jornalista da melhor estirpe, não obstante, ainda não ter o alcance da égide nas comunicações sociais - para mim, uma reles figura de retórica no apanhado em tela - uma vez que, chega nos fatos como poucos, e, nesse diapasão, em pleno primeiro de maio, o sagaz propedeuta nos ampara com o informe de uma grita lúcida, recheada de nutrientes democráticos, patrocinada por uma abnegada professora do sistema educacional em Simões (PI), glorificada até mesmo no nome.

Literalmente, Glória Morais soltou o verbo numa narrativa lúcida, transparente, evidenciando o que até então sabiamos pelos referendos de inimigo da educação que uma entidade de classe tinha concedido ao gestor Edilberto Abdias, tornando público o que apenas a comunidade escolar engolia goela à baixo.
Numa voz ativa movida por aqueles que não cansam de acreditar em seus sonhos, Glória e Francisco, mandaram seus recados pedindo passagem para a retirada dos sorrisos jocosos dessas aves de rapina, para que passassem com suas dores em prol da construção de um Simões (PI) melhor.
 Disseram mais, falaram por todos que foram espoliados,se erramos,  foi quando te oferecemos guarida. Hoje, Francisco empreende; Glória, não se arrepende.
Vão seguir seus destinos, Francisco, não medirá esforços para ser o número um;
Glória, viverá a vida pelo avesso, sem ter medo de chegar, pois até então não estava em lugar nenhum, marginalizada pelo prazer da tortura.
E vc que gestou o medo, sem saber das voltas que o mundo dá, aguarde seu desafio, pois seu espinho
não machuca flor, afinal : quem tem um sonho não cansa.

sábado, 21 de abril de 2012

No tempo certo,a gente move o mundo : O Mito de Sísifo em Simões (PI)






A despeito do tema,  fico com a frase do saudoso Chico Ciência, o Sciense, que tão cedo fez a passagem, não que sem antes versasse :"Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar ".
E foi exatamente no caminho certo da contramão que trato de retomar o debate sobre as questiúnculas da política simoense.
Foram quase 4 anos, meses em décadas, três secas e - como o Mito de Sísifo, condenado a repetir sempre a mesma tarefa de empurrar uma pedra de uma montanha até o topo, só para vê-la rolar para baixo novamente - que nos vimos diante do absurdo de suportar uma gestão da coisa pública marcada pelo denodo do quase nada.
Enquanto o povo sofre por mais um flagelo de uma seca anunciada, integridade não tem necessidade de regras e por ali tudo é permitido. Aos olhos do mais recôndito cego o absurdo ali tem sua gênese, a complacência ontológica.
Há cerca de 6 meses de um processo eleitoral, quando questionado sobre se pode ou não ser candidato, o prefeito assim responde ;"Vejam na internet".
Na reforma do Abrigo, não bastasse o rasgo na memória do povo, a gestão mostra-se desavisada do que vem a ser Lei de Responsabilidade Fiscal, Lei das Licitações, 8666/93, e num pacote só, transforma, empenho, liquidação e pagamento, numa desavergonhada antecipação de valores, sem que, sequer a propalada obra seja concluída.
Indagados sobre o tema, conselheiros e auditores do Tribunal de Contas, informalmente, assim se pronunciaram :"enquanto elegermos gestores dessa estirpe, estaremos fadados a condição do Mito de Sísifo, ou seja, carregar pedras que mais na frente hão de rolar sobre nossas cabeças".
Não obstante o desconforto causado nesse quadriênio, é exatamente quando a coletividade se reconhece como vítima dessas inconsequências, que ressurge um anseio, uma fé renovada, que forja-se o castigo de não poder resistir e nos encontramos com o sentido da vida, anunciando a cada passo, em cada serra que subimos, em cada ato que praticamos que, assim como Hércules, em seus 12 trabalhos, serão 12 os nossos motivos para nos engajarmos nessa causa, rolando pedras, mas com a confiança renovada de que o melhor está por vir e que, já não importa tanto os objetivos, mas a coragem que se dispõe para sempre recomeçar do princípio.

domingo, 25 de março de 2012

Por favor, salvem o Abrigo de Simões (PI) !



 Dispersos mundo afora pelas idiossincrasias da vida moderna, vez ou outra, retornando a terrinha, o araripinense de volta as raízes, não se contém em fazer suas preces na Verônica.
O bodocoense avistando seu lugarejo desagua num choro lírico ao avistar a Pedra do Claranã, certos de que sua terra está de pé, sua memória preservada.
No Piauí, passando a divisa do Rio Timon no Maranhão e abraçando Teresina, o ritmo da fome pede um saudoso prato de Maria Isabel, iguaria capaz de fazer esquecer o calor na sua íntima relação com a bucólica capital.
Perguntado a qualquer simoense espalhados em Sampa, no Tocantins, Rondônia, na Petrolina em conversas informais sobre o que lhe oferece marcas na sua amada confraria, de bate pronto, a resposta é uníssona : o Abrigo.
Reza a lenda que tal arquitetura encontra seu recôndito apenas em Simões (PI) e em Pio IX (PI).
Cobertura, proteção, segurança, tudo que protege de algo indesejável, no Houaiss é assim, signo de algo que serve para resguardar.
 O Abrigo, situado na praça maior da cidade, se confunde com toda a história daquele povo. Das brincadeiras na praça. Das paqueras. Dos encontros iniciais antes de seguir destino para as tertúlias na la Muralha, no Help. Do saudável vento pra reconfortar das verves do calor da caatinga.
Feliz do Estado brasileiro, do município dessa nação que dispõe de um patrimônio imaterial a revelar a identidade de seu povo. No entanto, querem acabar com o abrigo. Aliás, lotearam o abrigo.
 Sem ouvir a população, sem nenhuma reserva de gestão que gerasse tal intervenção, apenas por caprichos político-eleitorais, de maneira maquiavélica, risíveis 80 mil réis desdobrados em cimento, areia, mão de obra orquestrados para contemplar fornecedores (os de sempre, diga- se de passagem ) - enquanto Pio IX organiza festa pra comemorar a refundação, voltando o coração da cidade a bater - na simpática Simões (PI), seu povo chora.
Por ali, literalmente, os fins justificam os meios. Ainda sonho com o dia onde um gestor com foco na cultura, na preservação da memória de seu povo, haverá de investir na revitalização da praça como um todo, sustentando o abrigo enquanto espaço de fomento de atividades culturais, artísticas, teatrais, explorando o espaço gastronômico com uma comedoria a altura do bom gosto daquele povo.
Mas, acima de tudo, resguardando todo o utilitário de acervos que lhe eterniza no memorial de sua gente. Com a palavra, as redes sociais, o ministério público e os representantes políticos da municipalidade. Salvem o Abrigo.

terça-feira, 13 de março de 2012

E Deus existe




Como pode um ser a quem se queira bem ser tão incisivo ?
E basta seu olhar ungido de paz, guiado pela ausência dos perigos da vida,
para que, de repente, tudo mude.
Eis que a tudo renuncio. esquecido, desvairado,
já penso em cuidados, proteger sua pele, tão fofa, tão doce, tão nobre.
Os que se arvoram da fé anunciam como coisas do céu sua estada ao simples piscar de olhos.
 Os que desta se afastam, nem sempre estão ao alcance das proezas do arquiteto.
Quem dera eu. Puro, Lucca. Simples, Lucca. Luz em Lucca.
 Quando não mais eu sujeito, já entregue, refém do destino, sem pressa pros dias, todo prosa se insurge o maestro e me investe de norte, afaga minha alma e num sopro me seduz pro sentido da vida.
Ao que possa e precisa a centelha de tua vida, sou só certeza que testemunho uma graça e que portanto me faz imortal no existir.
E Deus existe.
 Nos presta seu encanto, amaina meu pranto, em Lucca acontece.
Numa noite de terça, uma foto de um anjo ampara uma vida sagaz nos seus olhos, missão pra seguir, azul pra externar, amor pra sentir.
Lucca, sou pra você sem me medir.